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Minha história com o LinkedIn é antiga.

Em 2015, vivendo no interior de Santa Catarina – onde nasci – e dando meu couro para ganhar exatos R$ 1.632,00 por mês após um reajuste (antes eu ganhava R$ 1.428,00 e o reajuste fez toda a diferença; pude assinar a Netflix e o Spotify e ainda sobrou um troco), decidi que queria mais; não aceitaria mais ver a vida passar pela janela de um escritório sofrendo em um trabalho que eu detestava.

Entrei no LinkedIn para fazer o que todo mundo fazia na época; atualizar o meu currículo. Meu objetivo era ser visto por alguma empresa do eixo Rio-São Paulo; talvez você que nasceu nessas bandas não saiba, mas tratando-se de Brasil, ter nascido em algum CEP destes dois estados é um baita privilégio; a gente que nasce no interior de estados que ninguém dá a mínima tem que correr o dobro; vou fazer networking onde?

Pois bem, tô eu lá em 2015 atualizando meu currículo – e aumentando feitos; “Assistente de Atendimento e Vendas” tornou-se “Núcleo de Relações com o Mercado”; soa mais chique – quando me deparo com um botãozinho que mudou a minha vida: “escrever um artigo”. Adivinha só? Eu escrevi a porra de um artigo. E outros 99.

O LinkedIn nessa época era outro e os artigos tinham um alcance absurdo; se você soubesse jogar o jogo e escrevesse bem; um monte de gente que produzia conteúdo nessa época não se deu bem porque não escrevia bem – e tá tudo bem; quem sabe agora estejam bombando no Tik Tok; cada um no seu rolê.

Mas o meu rolê sempre foi a escrita.

E aí dia desses abri uma caixinha de perguntas no Instagram e recebi duas perguntas bem interessantes; as chamarei de P1 e P2.

P1: No início, quantas publicações você fazia no LinkedIn por semana?

Três artigos + um post no feed.

Como disse acima, era outra época, os artigos tinham um alcance gigantesco – caso você fosse bom.

Eu escrevia esses artigos no meu tempo livre, ou seja, nas horas que sobravam quando eu não estava naquele emprego que me pagava R$ 1.632,00.

Exatos 100 artigos depois, saí na lista de Top Voices do LinkedIn e tomei coragem para fazer algo que eu deveria ter feito há tempos: me demitir e trabalhar de forma autônoma.

P2: Se você estivesse começando no LinkedIn hoje, qual seria a sua estratégia?

Faria um 80/20 da seguinte maneira:

– 80% do conteúdo numa pegada mais generalista para crescer a base (frases de efeito, assuntos do momento, desenvolvimento pessoal, produtividade; os dois últimos porque a galera do LinkedIn é viciada nesse rolê de aprendizados e são temas que podem ser úteis em qualquer área).

– 20% de conteúdo mais técnico sobre a minha aérea de atuação para construir a imagem de que sou uma autoridade no assunto e sei do que estou falando. Esse conteúdo tende a ter muito menos engajamento (não se apegue ao número de likes), mas é fundamental para que futuramente você seja lembrado(a) quando alguém precisar de um(a) profissional da sua área.

No que diz respeito aos formatos, eu apostaria em três posts generalistas no feed (imagens, texto simples e/ou carrossel; pode ser uma coisa bobinha, tipo a frase “nenhum CNPJ vale um AVC” – já postei isso umas duas vezes, confesso) por semana e um post no feed e/ou um artigo na newsletter para reforçar a autoridade.

Quer crescer no LinkedIn?

Desde 2017 eu ofereço um curso online para quem quer ser visto no LinkedIn.

No curso de Marketing Pessoal e Produção de Conteúdo no LinkedIn você terá acesso – no seu tempo, uma vez que as aulas são gravadas e o acesso vitalício – às mesmas estratégias que utilizo e sigo utilizando para não me ver refém de trabalhos que detesto ou do Tik Tok.

A boa nova?

Até sexta-feira (20/10) você poderá se inscrever com um desconto que jamais ofereci: de R$ 897 por apenas R$ 300.

Esse mesmo curso já formou mais de 10 Top Voices, porém, não posso garantir esse resultado porque é o tipo de coisa que depende mais de você do que de mim; 100 artigos lembra?

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Escritor, educador e TEDx Speaker. Autor de "Nômade Digital", livro finalista do Prêmio Jabuti.
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