E aí, já temos alguma teoria de quem comprou, quem vendeu ou quem financiou este jogo?

Espero que não. Futebol é um esporte. Vez ou outra acontece algo atípico, como hoje. Como na fase de grupos desta mesma Copa com a zebra Costa Rica e a decepção Espanha. Como foi naquela final de 1998 contra a França. Ou na derrota para a Itália de Paolo Rossi em 1982.

Teorias são teorias e babacas são babacas. Não adianta tentar explicar o inexplicável, como bem disse nosso arqueiro Júlio César ao fim do trágico duelo.

A vida segue. Fico feliz em ter vivido para assistir este excelente time da Alemanha. Fico feliz em ter vivido para assistir Miroslav Klöse, o maior artilheiro da história das Copas. Espero viver para assistir Thomas Müller, um garoto nascido quatro meses depois de mim e dois meses antes do Muro de Berlim ser derrubado, bater esse recorde em 2018 na Rússia ou em 2022 no Qatar(?).

Aos idiotas, fiquem com suas teorias. Eu fico com o bom futebol.

27 anos, catarinense, escritor, empreendedor, growth hacker, guitarrista frustrado, marido da Laís. Eleito pelo LinkedIn como o terceiro brasileiro mais influente da rede em 2016. Sócio do Crush Design — uma das 100 startups mais inovadoras do estado de Santa Catarina.