A partir de hoje começa no blog a série “O que é que os nórdicos tem?” – referência besta à “O que é que a baiana tem?” –, dividida em cinco posts, um para cada país nórdico (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. Excluirei a Estônia, já que os próprios estonianos se consideram mais bálticos do que nórdicos). O objetivo é apresentar bandas e artistas desta região, desconhecidos ou não do grande público.

Seguirei a ordem alfabética, portanto, o primeiro país – como vocês leram no título –, será a Dinamarca.

The Asteroids Galaxy Tour

Talvez o nome mais conhecido atualmente na música dinamarquesa. Tocaram no Rock in Rio em 2011. Fazem uma espécie de “soul indie pop”. Sinceramente, não consigo definir o som deles. Escutem a conhecida “The Golden Age” – que vocês provavelmente já ouviram no comercial da Heineken –, sendo tocada no Cine Joia, em São Paulo.

The Raveonettes

Essa eu conheci na extinta série The OC. Seu disco de estreia, “Whip It”, foi eleito em 2003 como o melhor do país pela crítica local. O duo mistura guitarras lo-fi com harmonias vocais sobrepostas, no estilo The Everly Brothers – aqueles do disco do Billie Joe Armstrong com a Norah Jones –. Fiquem com “Love in a Trashcan”, música mais famosa dos Raveonettes.

Iceage

Bem menos conhecida que as anteriores, essa banda de Copenhagen faz parte da nova cena de punk rock da Dinamarca. O disco de estreia, “New Brigade”, lançado em 2011, fez sucesso na internet, garantindo uma vaga para os caras no line-up do Pitchwork Festival, como vocês podem conferir no vídeo abaixo.

27 anos, catarinense, escritor, empreendedor, growth hacker, guitarrista frustrado, marido da Laís. Eleito pelo LinkedIn como o terceiro brasileiro mais influente da rede em 2016. Sócio do Crush Design — uma das 100 startups mais inovadoras do estado de Santa Catarina.